ou quase 20, que é a mesma coisa, tentei interpretar esta canção, de que gosto muito.
não é a minha preferida de entre as do palma, mas é a única em que eu tive a coragem de meter a unha.
sempre admirei a coragem e talento do miguel, em abrantes, a tocar as outras, as que toda a gente conhece, as icónicas, os clássicos...
gosto muito do videoclip.
há demasiada gente que ilustra uma frase que vi num filme de mafiosos: "são os bons negócios que conquistam o respeito dos nossos amigos".
prefiro gostar a partir da admiração.
prefiro admirar, em alguns casos, ainda que não goste.
enfim, deixo hoje aqui estas palavras. aqui estão sossegadas, quase em formol. é melhor assim...
muito melhor do que saber da morte do palma por via das redes sociais de pessoas de mau gosto, como foi o caso. acontece. mas preferia que não tivesse acontecido.
a culpa pode ter um aspecto positivo, mas talvez tenda a ser, principalmente, coisa negativa.
o sentimento de culpa, exceptuando raríssimas e pontuais circunstâncias, é pouco agradável e, em mui diferentes graus e amplitudes, dificulta a vida
mas a vivência da culpa é muitíssimo diferente no caso de a culpa resultar do julgamento próprio (com ou sem razão) ou de resultar do julgamento dos outros (com ou sem razão).
conheço muito poucos jogadores da selecção nacional de futebol. não é snobismo ou pretensiosismo, apenas não tenho visto jogos de futebol nos últimos anos.
de facto, não sei os nomes deles.
mas, não sabendo isso, sei outras coisas, umas que sei que sei, outras que vou descobrindo que sei.
purizemplo, sei, minimamente, ler os lábios. isto nada teria de extraordinário (e continuará a não ter) se eu não tivesse tido a consciência de que o sei fazer até quando as frases são em duas línguas.
no jogo de portugal contra o ubzeq, uszqueb, no último jogo de portugal li mui claramente a frase "yellow card, filho da puta!".
não sei como se chama o moço que disse isso.
sei que marcou o segundo golo, logo, é fácil de identificar.
qualquer criancinha do sbortem o consegue fazer.
só vi a marcação do golo no intervalo, derivado a estar a atender a situações mais ou menos urgentes.
há muitos anos, tendo esticado ao máximo, calhando até para lá disso, a minha linha argumentativa sobre um tema de que não me lembro, e quase em desespero de causa, proferi a lapidar frase:
a afirmação do óbvio implica uma superação do óbvio.
estranhamente, e graças a todos os deuses, não houve follow-up questions. apenas de fez um silêncio reflexivo e/ou reverencial.
péssima decisão... uma manhã de primavera, inteirinha, a ver testes de merda.
não digo uma peça de fruta, mas poderia dizer. seguramente uma volta de bike, uma caminhada, dar uma volta de mota, qualquer merda prá saúde do corpo e da cabeça, preferencialmente de ambos.
emfim...
felizmente a radar esteve bem, apesar de eu achar que reciclaram um programa de um dezembro qualquer... ou então estão mesmo já, agora, a pensar no natal.