2024/03/12

the rolling stones

INDICATIVO
Presente 
eu satisfaço
tu satisfazes
ele, ela, você satisfaz
nós satisfazemos
vós satisfazeis
eles, elas, vocês satisfazem
Pretérito imperfeito 
eu satisfazia
tu satisfazias
ele, ela, você satisfazia
nós satisfazíamos
vós satisfazíeis
eles, elas, vocês satisfaziam
Pretérito perfeito 
eu satisfiz
tu satisfizeste
ele, ela, você satisfez
nós satisfizemos
vós satisfizestes
eles, elas, vocês satisfizeram
Pretérito mais-que-perfeito 
eu satisfizera
tu satisfizeras
ele, ela, você satisfizera
nós satisfizéramos
vós satisfizéreis
eles, elas, vocês satisfizeram
Futuro 
eu satisfarei
tu satisfarás
ele, ela, você satisfará
nós satisfaremos
vós satisfareis
eles, elas, vocês satisfarão
CONDICIONAL
Presente 
eu satisfaria
tu satisfarias
ele, ela, você satisfaria
nós satisfaríamos
vós satisfaríeis
eles, elas, vocês satisfariam
CONJUNTIVO
Presente 
que eu satisfaça
que tu satisfaças
que ele, ela, você satisfaça
que nós satisfaçamos
que vós satisfaçais
que eles, elas, vocês satisfaçam
Pretérito imperfeito 
se eu satisfizesse
se tu satisfizesses
se ele, ela, você satisfizesse
se nós satisfizéssemos
se vós satisfizésseis
se eles, elas, vocês satisfizessem
Futuro 
quando eu satisfizer
quando tu satisfizeres
quando ele, ela, você satisfizer
quando nós satisfizermos
quando vós satisfizerdes
quando eles, elas, vocês satisfizerem
IMPERATIVO
Presente 
satisfaz tu
satisfaça ele, ela, você
satisfaçamos nós
satisfazei vós
satisfaçam eles, elas, vocês
Infinitivo pessoal 
eu satisfazer
tu satisfazeres
ele, ela, você satisfazer
nós satisfazermos
vós satisfazerdes
eles, elas, vocês satisfazerem
Infinitivo impessoal 
satisfazer
Gerúndio 
satisfazendo
Particípio passado 
satisfeito
TEMPOS COMPOSTOS
INDICATIVO
Pretérito perfeito 
eu tenho satisfeito
tu tens satisfeito
ele, ela, você tem satisfeito
nós temos satisfeito
vós tendes satisfeito
eles, elas, vocês têm satisfeito
Pretérito mais-que-perfeito 
eu tinha satisfeito
tu tinhas satisfeito
ele, ela, você tinha satisfeito
nós tínhamos satisfeito
vós tínheis satisfeito
eles, elas, vocês tinham satisfeito
Futuro 
eu terei satisfeito
tu terás satisfeito
ele, ela, você terá satisfeito
nós teremos satisfeito
vós tereis satisfeito
eles, elas, vocês terão satisfeito
CONDICIONAL
Pretérito 
eu teria satisfeito
tu terias satisfeito
ele, ela, você teria satisfeito
nós teríamos satisfeito
vós teríeis satisfeito
eles, elas, vocês teriam satisfeito
CONJUNTIVO
Pretérito perfeito 
que eu tenha satisfeito
que tu tenhas satisfeito
que ele, ela, você tenha satisfeito
que nós tenhamos satisfeito
que vós tenhais satisfeito
que eles, elas, vocês tenham satisfeito
Pretérito mais-que-perfeito 
se eu tivesse satisfeito
se tu tivesses satisfeito
se ele, ela, você tivesse satisfeito
se nós tivéssemos satisfeito
se vós tivésseis satisfeito
se eles, elas, vocês tivessem satisfeito
Futuro 
quando eu tiver satisfeito
quando tu tiveres satisfeito
quando ele, ela, você tiver satisfeito
quando nós tivermos satisfeito
quando vós tiverdes satisfeito
quando eles, elas, vocês tiverem satisfeito
Infinitivo pessoal 
eu ter satisfeito
tu teres satisfeito
ele, ela, você ter satisfeito
nós termos satisfeito
vós terdes satisfeito
eles, elas, vocês terem satisfeito

no bravery and no respect

 


tenho 3 poemas começados na cabeça... duvido que passem à forma escrita.
não tenho ânimo para tratar disso.
há dias tentei, mas mobilizei-me para me dedicar à costura. isto é, para a reparação, com agulha e linha, de um casaco cujo forro... não interessa. acabei por não fazer uma coisa nem outra.
não é importante.
também não é importante referir isso, ou seja lá o que for.
assim como assim, este sítio já tem o fim marcado.



waiting room for sadness

2024/03/11

2024/03/09

cohen again

poem 111

each man
has a way to betray
the revolution
this is mine

2024/03/05

flashback


cresci a ouvir música que vinha de áfrica, trazida pelos "retornados", parece-me, e que todos dançavam nas festas populares, nos casamentos e bailaricos sortidos.
eram outros tempos.
eram tempos em que a música era a da vida das pessoas.
em minha casa cantava-se fado enquanto se faziam as intermináveis tarefas domésticas.
uns tipos barbudos e cabeludos, com violas, cantavam sobre a liberdade e a igualdade na televisão.
deve haver uma certa coerência em mim que me faz gostar do tempo certo em cada estação. do frio e chuva no inverno, do calor no verão. também gosto da música no seu local de origem, se me esquecer da quantidade industrial de música de raiz anglo-saxónica que sempre ouvi... 
mas gostei muito dos sons de cabo-verde em cabo-verde.
o video transportou-me instantaneamente para o por-do-sol sobre o monte cara, na baía do mindelo.
a luz era igualmente doce, morna, e eu estive precisamente naquele local, ao lado da avenida que vai para o porto.
o meu guia chamava-se álvaro. tinha anos a menos para a cerveja que bebia e tinha só uma orelha. já falei dele por aqui, acho.
naquela altura eu olhava muito para o mundo. tentava absorver o mundo.
continuo a olhar, mas tenho o olhar mais contaminado. absorvo com mais filtros, provavelmente.
agora tento perceber mais o mundo.

ando cansado.
não percebo tudo.

pensei em enviar, hoje, uma sms. apercebi-me que tinha há que tempos, em rascunho, "ainda gostava de perceber o que nos aconteceu"...
deixei-me estar.

estou tão cansado. 
de tudo.
cansa-me saber que esta musiquinha é muito dançável, por exemplo.


nice little tune

2024/03/04

19562 Pacific Coast Hwy

 


lana del rey vive aqui.
poderia fazer parte da lista imaginária de locais imaginários onde eu um dia, talvez, em calhando, poderia escrever um livro, este sim, hiper-imaginário.

e parece-me ser o tipo de moça que me deixa sossegado, sozinho, a olhar pró mar .

2024/03/01

2024/02/29

a frase mais simples da época

 


as some warn victory, some downfall
private reasons great or small
can be seen in the eyes of those that call
to make all that should be killed to crawl
while others say don't hate nothing at all
except hatred

and if my thought-dreams could be seen
they'd probably put my head in a guillotine
but it's alright, ma, it's life, and life only

going under

desde sempre tentei perceber como as coisas me aconteciam, porque me aconteciam, o que poderia eu fazer acontecer (isto menos).
os meus registos sobre as experiências com drogas, de todos os tipos*, fazem-me rir até chorar...
vão-se tornando incompreensíveis, ilegíveis.. fazem-me sempre lembrar um documento muito abstracto (uma preparação de serviço industrial) elaborado pelo A. enquanto ele ia adormecendo: as letras começaram a borrifar-se nas linhas, assumindo uma mancha gráfica de um movimento ascendente e em contínua redução das letras, até se assemelhar a uma espécie de carreiro de formigas a dirigir-se ao infinito, dado que as letras acabam por sair da folha de papel.

tentei, pelo menos, memorizar, reter, para depois registar... sem sucesso.
o propofol não dá hipótese!
fica a leve frustração da saber que a moca andou à volta de alunos indianos numa sala de aula. que vida tão triste, em que o trabalho se entranha nos desvarios químicos no cérebro da pessoa.
ficou a anos-luz das cores e motivos da experiência análoga na infância.

também ficou a ideia de que talvez seja melhor explorar o potencial de alpiarça... esperando que o pai do francisco não seja para aqui chamado.

* - de todos os tipos por mim experimentados. não experimentei (nem quero) todos os tipos. 

citação avulsa da internet: 

michael jackson insistiu. queria o seu "leite". era assim que chamava ao anestésico propofol, por causa do seu aspecto esbranquiçado e leitoso. às 10h40 do dia 25 de junho de 2009, o clínico administrou-lhe o propofol por via intravenosa. pouco depois, o "rei da pop" (nunca concordei com este epíteto) estava morto.

de facto é leitoso, sim.
mas o que me ocorreu foi uma frase que, na última vez que a ouvi, provocou resultados consideravelmente negativos: drogava-se injectando-se com a seringa das farturas.

leite é um termo tão rico em significados. um autor de que não me lembro o nome chamava mel a secreções vaginais específicas. 

a "terra do leite e mel"... e quem vai ao mar havia sem terra.

2024/02/25

kripi pic

 


tropicália

das caraíbas recordo com saudade os pescoços das raparigas que brincavam, nuas, no mar. 
e os sorrisos.
vi o visto cancelado antes da época dos furacões, mas nem por isso faz mais sentido.

posso sempre variar... 
islândia, terra do fogo e gelo.
ou o motociclismo errante...


ou dedico-me só à leitura,
ou a certo tipo de cogumelos. 
a interioridade como destino.


coleante

foi a palavra usada.
inédito, na minha vida, aquele uso do termo. particularmente naquela aplicação.
mas aconteceu.
e, tal como muitas coisas, não me sai da cabeça.
tento encontrar encadeamentos, reminiscências...
acho que a última vez que ouvi a palavra deve ter sido em 1997, e acerca de uma moça específica que estava a ser maltratada por outras moças, por inveja.
serpenteante, parece que...
enfim...
achei cool.


goran

2024/02/21

autótune

há sempre 1000 razões para que as coisas não corram bem...
mas eu sempre fui pessoa de assumir as minhas falhas: contei por alto.

2024/02/19

reflexão


ceci n'est pas edward hopper, excursion into philosophy, 1959, oil painting