2013/02/19

cutfromthebookoflonging

...
I used to be song
I used to be cock
but time is long gone
past my laughingstock

I bid you good-bye
There´s nothing to add
I´ve tried and I try
to stop going mad
...

behold the double-irony!!!!

aguarda-se, aqui, a qualquer momento, a exibição da vastíssima colecção denominada "arte-política", composta de muitos exemplares de anexos às notas tomadas em várias runiões.
está-se ainda a pensar em como fazer a captura para suporte digital dos coisos, ou se sacaneiam ou se fotografam e depois prontos.

soul grinder


2013/02/08

confort in my skin

lâminas


- A sensação que dá é que é terapêutico. Uma espécie de depósito do teu excesso, excesso de imaginação e de palavra, dizendo-o de um modo simples.

- óptima descrição

- Sempre sentiste, imaginaste e ....falaste de mais.

- concordo...

2013/02/06

mah kette

ziltch

a ver se não me esqueço de postar aqui aquela coisa das galinhas em cima das ovelhas e mais nada que isto nem tudo é lindo nem tudo à terra onde enterrei o galo preto e dourado que mereceu um pouco da minha afeição pela beleza e não menos pelo trágico fim em que, espero eu, já morto, se encontrava parcialmente devorado pelas ratazanas que por esta altura devem já ter sofrido de empanturrados e letais padecimentos à base de pastilhas de veneno que eu, diligentemente, coloquei nos intervalos das pedras do muro de poente. 

além de que a madeira de cedro é mui interessante ao nível do rachamento em cavacas logo após o abate da árvore.

e, já agora, as palavras de susan sontag sobre o coleccionismo e as colecções e o de por ser demasiado é que se torna suficiente.
extrapolar e assim...

e avaliar o impacto socio-antropológico da expressão do J. que designou o mezzanine como "a sala do xadrês"...
ilustre-se:
- eu e a minha irmã estávamos a ir para a sala do xadrês...
- para onde?
- para a sala do xadrês. é a sala que serve para eu e a minha irmã jogarmos xadrês depois do jantar e noutras alturas.
- vocês jogam isso? e têm uma sala só para isso?
- sim.


2013/02/05

phutugraphia prima MMXIII

e todo o tipo de reparações...

realizei agorinha mesmo que não há coisas no mês de janeiro. deve ser la prima volta que isto sucede desde a criação, isto é, a má-criação deste coiso. deve andar mesmo ao abandono. na volta ainda emigrar este blog vai.

supimpa

- suponho que sim... mas suponho devagarinho, que é para não fazer doer.

2012/12/28

passagem dano

ou
o trocadilho da época
 

2012/12/19

no prob

há uns tempos, parece, estava a ler um livro que já tinha lido.
independentemente de essa situação ser propiciadora de uma leitura "virgem", logo, um prazer igualmente "virgem" (nota mental: averiguar o verdadeiro alcance e/ou possibilidade desta situação), trata-se de um episódio sintomático.
querem ver que eles têm mesmo razão quando dizem que certos consumos destroem células do cérebro?
nevermind, que o me me traz aqui é o episode II:
fui aqui e comprei dois livros.
um deles até já o tinha, exactamente a mesma edição... mas o que é verdadeiramente assustador é, neste momento, não fazer a mínima ideia se já o li ou não.


2012/12/11

20yearsago


espada goda, de folha larga

lê-se com prazer, por estes dias, "a illustre casa de ramires", do eça.
escreve-se mesmo assim, que a edição é de 1920.
literatura de há não sei quantos acordos ortográficos atrás, mas com aspectos muitíssimo actuais (laivos autobiográficos incluídos).
e faz sentido.
muito mais sentido do que o mundo, em geral ou particular.

2012/11/20

... mas diferente.

 


mais lenha para a fogueira

x - os mais grossos são bons para meter atrás.
eu - a sério? interessante, essa tua ideia.

2012/11/14

2012/11/13

great cover, not cohen cover

leite URAS, com cálcio.

após releitura d'"o retrato de dorian grey", vai-se lendo isto:


e não se tem a certeza se é ou não releitura. esta situação acontece com muito maior frequência do que se desejaria. por outro lado, fica muito mais em conta: em chegados ao fim da estante volta-se ao início (de fora ficam as excepções, óbvias, dos livros com anotações e sublinhados. memória fraca, sim. respeitinho, não). a situação acima descrita nada tem a ver com o valor literário das obras obliteradas...